O fascismo está vivo
Vinício Carrilho Martinez (*)
Engana-se quem acha que o fascismo está extinto; pelo contrário, não só está vivo como é manifesto (nada disso de ser latente). O fascismo se regenera todos os dias e se não combatermos com vigor a ameaça pode se tornar uma realidade de poder, outra vez.
O fascismo está presente em quem organiza e participa de um rolezinho com 500 motos, andando a toda velocidade e na contramão de importantes avenidas de grandes cidades, colocando em risco a vida de pessoas inocentes e apenas para desafiar a regra social.
O fascismo está nos assaltos, roubos, depredações, intimidações e atentados à vida praticados pelos grupos de Black Blocs; porém, o fascismo também é visível e atuante na segregação praticada por alguns shoppings, ao impedir o acesso de jovens pobres e negros ao seu estabelecimento. Aliás, o racismo é crime hediondo.
O fascismo está em lançar um foguete de alto impacto na cabeça de um cinegrafista da Band, no Rio, levando-o à morte com afundamento de crânio. No mesmo sentido, o que dizer de uma apresentadora de televisão no jornalismo de horário nobre, em cadeia nacional, pregar a violência e o linchamento público de um jovem infrator de 15 anos?
É óbvio que o jovem não é tão criança assim que não soubesse das implicações morais e penais dos atos criminosos que vinha praticando, mas é ainda mais evidente que a atitude da apresentadora do SBT -Rachel Sheherazade- deveria ser qualificada como pregação racista, preconceituosa, apologia ao crime e atentado à ordem jurídica democrática. Em país sério, em que a violência é muito menor do que a que experimentamos no Brasil (e sem que os jornalistas precisem fomentar ainda mais), esta emissora de TV seria seriamente advertida e até poderia perder a concessão pública, caso incorresse em reincidência.
Nesta semana, um dos nomes mais falados na internet e na política foi o de Rachel Sheherazade. Tudo porque a apresentadora do jornal “SBT Brasil” emitiu uma opinião na última terça-feira (04) sobre um jovem de 15 anos, acusado de roubo, que foi agredido e acorrentado por populares no Rio de Janeiro. Para a âncora, em um país onde há grandes índices de violência, as atitudes dos chamados vingadores são consideradas compreensíveis. A jornalista ainda classificou o fato como uma “legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado” e incentivou que os defensores dos direitos humanos fizessem um “favor” ao Brasil e adotassem um bandido[1].
A apresentadora apresenta seus bordões ora em histeria ora bastante histriônica. Neste episódio, há clara incitação ao ódio social, sobretudo se verificarmos que se trata de jovem muito pobre e que a “jornalista” não apelou para uma caçada aos bandidos reais de colarinho branco e que tanto acossam o Estado e a sociedade brasileira.
Os mais afoitos ou liberais destemidos logo perguntariam se cabe censura nesses casos: como, a censura não é antidemocrática? Preliminarmente, cabe dizer que apenas a censura contra atos democráticos é antidemocrática. No entanto, a censura aos atos antidemocráticos é profundamente democrática.
Trata-se da chamada intolerância positiva, quando não-toleramos o que é intolerante (exatamente o fascismo) para, democraticamente, promover tudo o que pode ser tolerado (a começar da democracia).
Muitas vezes, a tolerância negativa (não-combater o fascismo) é o fim da tolerância positiva (democracia); portanto, em outros casos, a intolerância positiva (censura à antidemocracia) é o início do combate à intolerância negativa (preconceito, racismo, fascismo). A lição é bíblica: “Basta-nos nada fazer, para que o Mal prospere”.
Enfim, não há nenhuma semelhança com o conto Mil e uma noites, em que a jovem donzela, bela e sábia, atuou contra o despotismo do Rei da Pérsia. Até mesmo porque aquela jovem chamava-se Sherazade.
(*) Vinício Carrilho Martinez
Professor Adjunto III da Universidade Federal de Rondônia – UFRO, junto ao Departamento de Ciências Jurídicas/DCJ. Pós-Doutor em Educação e em Ciências Sociais e Doutor pela Universidade de São Paulo. Bacharel em Ciências e em Direito, é jornalista.
PORQUE MÁRIO PORTUGUÊS NÃO SE ELEGEU PREFEITO E NEM SE ELEGERÁ A GOVERNADOR, SE TENTAR

Há uma ilusão que se repete sistematicamente na política, que é imaginar que o sucesso na atividade privada cria as condições para que se importe ‘este ou aquele’ diretamente para um processo eleitoral. Importar para a política é sempre positivo e deixar que ‘este e aquele’ vivam nesse mundo, entendam a sua lógica e, com isso, possam vir a se candidatar a prefeito, governador ou presidente.
Mas quando se tenta fazer um atalho, importando ‘este ou aquele’ outsider, quase sempre ocorre uma frustração eleitoral.Foi o que aconteceu com ex-candidato a prefeito de Porto Velho, Mário Português, então no PPS. Bem sucedido empresário e agora no setor do agronegócios, Mário Português coleciona prêmios como um dos maiores atacadistas do País. Como empresário, é rígido na administração dos negócios. Segundo testemunhas, é rude com os empregados e cobra demais seus auxiliares. Estas características por si só já vislumbrariam que poderia ser um ótimo prefeito ou governador, cujas funções pedem alguém com este perfil de pulso firme aliado a capacidade administrativa. Mas, porém, todavia, o estilo Mário Português de administrar não serviria ao Mário Português político que requer jogo de cintura, acertos, conchavos e negociações. Ele não gosta muito de ceder. Numa queda de braço com servidores públicos ele não teria o jogo de cintura necessário para negociar. Recentemente ele deu uma entrevista, reconhecendo que errou na campanha dele a prefeitura de Porto Velho. Dissera na época que Porto Velho parecia uma favela. Isso ajudou a aumentar a rejeição dele. O adversário (Mauro Nazif) aproveitou a deixa e usou a seu favor, ganhando as eleições. Nesta entrevista ele disse que se fosse candidato ao governo de Rondônia, ia bancar sozinho a campanha e não ia aceitar apoio de nenhum empresário. Cometeu outro erro. Numa campanha eleitoral são os aliados que ajudam a vencer. Quanto mais apoio, mais aliados, maiores são as chances de vencer.
EXEMPLOS NACIONAIS
Outros exemplos não são difíceis de achar. Um caso serve como exemplo geral pela sua importância. No auge de sua popularidade como empresário e unanimidade nacional, Antonio Ermírio de Moraes se lançou candidato a governador em 1986, usando o PTB como fachada.
Até o senador Fernando Henrique Cardoso se encantou com a hipótese, deixando de lado o candidato de seu partido, Orestes Quércia. Antonio Ermírio abriu na frente. E parecia um passeio, segundo as pesquisas. Afinal, S. Paulo iria ter como governador o quadro de gestão mais qualificado do Brasil. A imprensa o abraçou. As elites vibraram. O processo eleitoral avançou: debates, pesquisas, capilaridade política, desconfiança, críticas injustas… Afinal enfrentava Quércia e Maluf.
No final, Quércia passou de passagem e venceu com 40% dos votos. Ermírio despencou e ficou com quase 20%, um pouco acima de Maluf.
O processo eleitoral, ou seja, a campanha é uma guerra. Parafraseando –ao inverso- Clausewitz: A eleição é a guerra com outros meios. Ou copiando Sun Tsu, na “Arte da Guerra”: “Em poucas palavras, o que consiste a habilidade e a perfeição do comando das tropas é o conhecimento das luzes e das trevas, do aparente e o secreto. É nesse conhecimento hábil que habita toda a arte.”
Sempre que um partido se enfrenta à ausência de pré-candidatos competitivos nas eleições para presidente e governador, tenta uma saída mágica: um nome expressivo da sociedade de forma a buscar votos com o reconhecimento que tem. Um outsider. Isso é também –e certamente- ANTIPOLÍTICA. E quase nunca dá certo.
Fonte: RK Com ex-blog de César Maia
CONFÚCIO SERÁ MESMO CANDIDATO À REELEIÇÃO; EM REUNIÃO EM BRASÍLIA, EXPEDITO JÚNIOR CONVERSA COM GURGACZ

Finalmente, amigos, eleitores e correligionários do governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), podem dormir sossegados. É que ele, em reunião com o presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp, confirmou que realmente sairá candidato à reeleição, colocando um ponto final nas especulações de que ia desistir da reeleição. Segundo informações, o governador teria recebido pesquisa onde aparece com reais chances de se reeleger. Estes números indicam que a população vem recebendo bem as obras implementadas em todo o Estado. A adesão do PSB que administra as duas principais cidades do Estado, Porto Velho e Ji-Paraná, também foi fator preponderante.
Atarefado pelo interior do Estado, acompanhando e inaugurando obras, Confúcio Moura foi surpreendido com notícias de que ia desistir da vida pública. A uma emissora de televisão, Moura disse que se tratava de fofocas e que não tinha tomado nenhuma decisão ainda. Motivado pelos comentários, o governador reuniu-se nesta segunda-feira com líderes do partido e ratificou a decisão de sair candidato.

Outro pré-candidato que está na estrada buscando alianças, o ex-senador Expedito Júnior (PSDB), foi visto há duas semanas, saindo do gabinete do senador Acir Gurgacz (PDT), em Brasília, onde se supõe, manteve uma reunião política. Acir era primeiro suplente de senador e assumiu no lugar de Expedito Júnior que foi cassado em 2007.
Segundo se especula, em caso do registro da candidatura de Júnior seja indeferida pelo TRE, vai apoiar a reeleição de Confúcio Moura. O assunto tem animado as hostes palacianas. Em suas andanças pelo interior, o ex-senador evita falar mal do governo.
Na semana passada circularam boatos de que Expedito Júnior teria feito as pazes com o ex-aliado senador Ivo Cassol (PP).
Fonte: +RO
Autor: RK
PT SE ARTICULA EM GUAJARÁ-MIRIM
O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, deputado federal Padre Ton, acompanhado do deputado estadual Cláudio Carvalho e do secretário de Organização do partido, Diego Gimenez, se reuniu com militantes nos municípios de Guajará-Mirim e Nova Mamoré no sábado, 8.
Em Guajará-Mirim foi criada uma Comissão Provisória, que conduzirá o partido até o ano que vem. A Comissão é composta por seis membros, três titulares e três suplentes, observada a representatividade de gênero e será presidida por Everaldo Rodrigues.
Em Nova Mamoré, o PT local conseguiu realizar o processo em sua totalidade e a Executiva Municipal ficou composta pelos seguintes membros: Presidente José Cícero da Silva; vice-presidente Vani Barbosa Padim da Silva; secretário-geral José Adriano de Souza; secretário de Finança Ivanilson Luiz dos Santos e secretário de Organização Gelson Carlos dos Santos.
A composição dos diretórios e comissões serão encaminhadas ao Tribunal Regional Eleitoral (TER) para registro e avanço da pauta de organização política local e regional relativa ao processo eleitoral deste ano.
Nas reuniões, os deputados falaram da atual conjuntura política do Estado e da pré-candidatura do PT ao governo e as amplas possibilidades de arco de aliança. Em maio do ano passado, durante encontro estadual do Partido na cidade de Jaru, Padre Ton foi escolhido como o pré-candidato a governo pelo Partido dos Trabalhadores.
Texto e foto Eliel Neto
Prisões: fábrica cara para mais bandidagem
Nas nações fracassadas (incivilizadas), a prisão é “vendida” pelo discurso oficial como se fosse o lugar onde os criminosos mais perigosos são recolhidos para a defesa da sociedade. Isso é só uma meia-verdade, porque grande parte dos crimes hoje (nessas nações bárbaras) é planejada e comandada pelas organizações criminosas de dentro dos presídios. Também se imaginou que ela poderia recuperar o preso. Nada mais enganoso. A ressocialização foi abandonada há muito tempo, porque ela contraria a natureza pervertida da prisão (nos países atrasados) de alavanca fomentadora da bandidagem nacional. A prisão no Brasil faz parte do “esquema” criminoso aqui instalado desde os tempos da colônia.
Como funciona? Ressalvadas algumas pessoas muito dignas, os juízes (por ação e omissão), os legisladores (por fins eleitorais) e os governantes (por corrupção moral), como gerentes e responsáveis por essa fábrica de violência, sangue, mortes, corrupção e insegurança social, converteram deliberadamente as prisões em campos de concentração e de extermínio e isso só se tornou possível em razão da cultura vingativa e moralmente degenerada dos nossos tempos sombrios e fascistas. Foi dessa forma que nossas prisões se tornaram o espelho da cultura da bandidagem verde-amarela (histórica e colonialista).
Essas fábricas de fomento da bandidagem cumprem sua missão gerando alta reincidência. De acordo com o Informe Regional de 2013 do PNUD (Nações Unidas), seria de 47,4% (uma das mais altas). Em outro levantamento descobriu-se que, de cada 10 presos por roubo, 7 reincidiram no Estado de São Paulo (dados de janeiro de 2001 a julho de 2013). Foram examinados 14.699 autores de roubos, dos quais 10.200, ou 69%, cometeram esse crime mais de uma vez. A média mensal de BOs de roubos no Estado de São Paulo foi de 29.320 (disponível em http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,de-cada-10-assaltantes-7-voltamaroubar-no-estadoe41-são-menores,1123132,0.htm).
Nas nações avançadas de capitalismo evoluído e distributivo, fundado na educação de qualidade para todos (Dinamarca, Suécia, Holanda, Suíça, Japão, Coreia do Sul etc.), as prisões não são fábricas de violência. Ao contrário. A Noruega, por exemplo, recupera 80% dos presos (só 20% de reincidência). No Brasil regido pelo capitalismo extrativista e selvagem, pelo ignorantismo e parasitismo, tudo é invertido. Pagamos caro (cerca de R$ 2 mil mensais custa cada preso) para prepará-lo para os grupos organizados assim como para nos atacar novamente, quando sair da prisão. Mas estamos “felizes” com essa irracionalidade: fechamos escolas (19%), para construir mais presídios (300%), que convertem criminosos amadores em profissionais e estes em animais selvagens organizados. Seu uso racional os recomenda exclusivamente para os criminosos realmente perigosos. Para os outros, penas alternativas.
Publicado por Luiz Flávio Gomes
Natan está de brincadeira: pede que votação do processo de cassação seja secreta

O advogado do deputado afastado Natan Donadon (Sem partido-RO) acaba de entrar com uma solicitação para que a decisão sobre a perda de mandato ocorra por meio de votação secreta. A votação está marcada para esta quarta-feira (12). Desta vez, no entanto, a votação será pelo voto aberto. É a primeira votação de um processo disciplinar sob o novo rito.
No entanto, segundo o advogado Michel Saliba, “quando o processo foi desencadeado e o deputado foi notificado para oferecer sua defesa, a norma vigente era a da votação fechada. Voto fechado e não pelo voto aberto. A alteração regimental sobreveio, quando o processo já estava em curso”.
Para o advogado, a manutenção do voto fechado vai assegurar a segurança jurídica e os princípios do devido processo legal e da ampla defesa.
Conforme informou o secretário-geral da Mesa, Mozart Viana, a decisão sobre o pedido da defesa cabe ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.
Mandato preservado
Em agosto do ano passado, com o voto secreto, os deputados preservaram o mandato de Donadon, que cumpre pena no presídio da Papuda, no Distrito Federal, desde junho de 2013. Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 13 anos de prisão por formação de quadrilha e pelo desvio de cerca de R$ 8 milhões da Assembleia Legislativa de Rondônia. Mesmo preservando o mandato, o deputado foi afastado por decisão do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.
JURISTA DEFENDE EDUCAÇÃO CIVILIZATÓRIA OBRIGATÓRIA EM TEMPO INTEGRAL NO PAÍS

O termômetro da nossa insanidade coletiva, incluindo os setores radicais da mídia, está subindo, paralelamente à violência desbragada. Onde falta ética e educação de qualidade, ou seja, um bom IDH (índice de desenvolvimento humano), sobra a marcha tribal da insensatez. Em ano eleitoral, é de se imaginar que o clima quente da reação emotiva contra a violência, tal qual o do verão, vai bem longe. O Brasil continua na contramão da história civilizatória.
Está chegando a conta dos 514 anos de colonialismo teocrático (herança maldita), autoritarismo (arquétipo do Pai), parasitismo dos dominadores (escravidão, corrupção e neoescravidão), selvagerismo (violência epidêmica), ignorantismo (3/4 da população é analfabeta ou semialfabetizada – ver Inaf) e segregacionismo (apartheid sócio-étnico-econômico). Guerra de todos contra todos (Hobbes), que esquenta mais ainda quando bandidos das classes de cima passionalmente (Durkheim) se igualam à violência dos marginalizados perversos (por meio da justiça com as próprias mãos ou dos linchamentos, não autorizados pelo “contrato social”). De acordo com os indicadores socioeconômicos do Brasil, há um exército de milhões de jovens sem trabalho, sem estudo e sem estrutura familiar ou social solidificada (nem, nem, nem). São rejeitados por todos, até mesmo pela “ralé”, que é a classe D.
Nosso estágio de desigualdade socioeconômica (a melhora dos últimos anos foi totalmente insuficiente) e de degeneração moral coletiva chegou ao fundo do poço. Enquanto não rompermos a herança maldita da nossa estúpida, corrupta e violenta colonização, não vamos nunca sair desse atoleiro sanguinário e parasitário comandado pelas elites burguesas do capitalismo extrativista e selvagem. Só existe um caminho para a ruptura: ética e educação de qualidade para todos, tal como fizeram, depois de muita luta do povo, os países do elogiável capitalismo evoluído e distributivo (Dinamarca, Noruega, Suécia, Japão, Coreia do Sul etc.).
Educação civilizatória obrigatória, em período integral, promovendo-se assim, finalmente, nossa primeira grande revolução! Temos todos, ricos e pobres, o dever imperativo categórico (Kant) de levantar essa bandeira. Os 47 países com melhores IDH do mundo têm 1,8 assassinatos para cada 100 mil pessoas. O Brasil, com IDH ridículo para sua riqueza, é o 16º país mais violento do planeta, com 27,1 assassinatos, por 100 mil habitantes, em 2011. Enquanto não radicalizarmos no sentido da educação universal e da melhora substancial da renda per capita do povo que trabalha duramente, só resta ir contabilizando os “cadáveres antecipados”, a ira, o ódio, a insatisfação e a indignação massiva (que são os ingredientes de uma estrondosa revolução que ainda não ocorreu).

Viajar para a Europa a menos de 100€; EUA a menos de 600€. TAP lança nova campanha

Esta é só para quem mora em Portugal. A TAP lançou uma campanha multidestinos para 40 cidades europeias, sete africanas e duas dos Estados Unidos da América, com preços a começar nos 46 euros, para reservas até 16 de fevereiro.
Para os destinos africanos e para os EUA, a TAP preparou promoções de ida e volta, com todas as taxas incluídas, em voos diretos a partir de Lisboa. No caso de Nova Iorque, a partida também poderá ser feita através do Porto, por 574 euros, ida-e-volta.
Para a Europa, os preços apresentados são apenas de ida, com todas as taxas incluídas e voos diretos com partida de Lisboa ou Porto.
Por exemplo, com partida de Lisboa poderá visitar Madrid (41 euros), Barcelona (43 euros), Paris (62 euros), Bruxelas (45 euros), Amesterdã (58 euros), Moscou (140 euros) ou Londres (65 euros).
Se partir da cidade do Porto, com destino a Milão ou Roma, a viagem custar-lhe-á 55 euros, mas se preferir pode também viajar até Genebra (67 euros), Londres (73 euros) ou Zurique (90 euros).
Os preços atrativos estendem-se a outras cidades como Casablanca, em Marrocos, Miami, nos EUA ou a ilha do Sal, em Cabo Verde. Consulte os preços aqui.
Para usufruir da campanha, as reservas devem ser feitas em flytap.com até 16 de fevereiro de 2014 e as viagens devem ser realizadas entre 17 de fevereiro e 30 de novembro de 2014. Para brasileiros, é uma boa opção comprar passagens somente até Lisboa, ida e volta. De lá, comprar trechos para toda a Europa por pouco mais de 100 euros.
OPERAÇÃO APOCALIPSE: CHEFE DA QUADRILHA É MANTIDO PRESO

Em julgamento de Habeas Corpus, a 1º Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia decidiu manter a prisão do acusado (Alberto Ferreira Siqueira, o “Beto Bába”) de ser o líder de suposta organização criminosa desarticulada pela Operação Apocalipse, em 2013. Um dos dois únicos ainda preso, ele tentava a liberação da custódia sob alegação, entre outros argumentos, de que haveria constrangimento ilegal na manutenção da prisão, pedindo a extensão dos efeitos da liberdade provisória concedida a outros réus nesse processo.
Por maioria dos votos, os desembargadores decidiram que as circunstâncias que apontam o paciente como sendo um dos principais líderes do grupo criminoso, aliadas ao fato de registrar antecedentes criminais e está sendo acusado pela prática reiterada de diversas condutas ilícitas, justificam a segregação cautelar, como forma de garantir a ordem pública, a instrução processual e a aplicação da lei penal.
Além disso, para os magistrados, não há que se falar em extensão dos efeitos das decisões do Tribunal de Justiça com relação a outros envolvidos que tiveram concedida a liberdade provisória, se o caso do paciente não guarda similitude com os demais.
Fonte: TJ-RO







