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O BRASIL TERÁ MAIS 17 MIL MILIONÁRIOS EM 2014

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Segundo as previsões de uma empresa de consultoria, o Brasil deverá ter mais 17 mil novos milionários em 2014. O que representa uma subida de 8,9% quando comparado com os 194.300 milionários registrados em 2013. Esta será a quinta maior subida em todo o mundo. Os países que ficam à frente do Brasil são a Indonésia (22,6%), Índia (17,1%), Nigéria (10%) e Estados Unidos (9,5%).

Para os próximos cinco anos as previsões apontam para um aumento de 186 milionários, o que significa um aumento de 84%.

Fonte: Exame

SE DEPENDER DE LEI, MILHARES DE PREFEITOS DO BRASIL SERIAM AFASTADOS DE SEUS CARGOS DIZ ADVOGADO DE RONDÔNIA

Advogado de Rondônia, Caetano Neto
Advogado de Rondônia, Caetano Neto

O advogado Caetano Neto e presidente da Associação de Defesa dos Direitos da Cidadania – ADDC, em Porto Velho (RO), quer obrigar os prefeitos de todo o Brasil a trabalhar e cumprir com eficiência na gestão respeitando o artigo 37 da Constituição Federal que estabelece os princípios da administração pública. Caetano deve entrar com centenas de ações contra prefeitos só em Rondônia. Se a moda pegar, milhares de prefeitos do Brasil estariam em maus lençóis.

Além da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade,  o art. 37 da Constituição Federal, dispõe também o da eficiência, que a maioria dos prefeitos e governadores insiste em descumprir, fazendo-se de cegos e ou  são despreparados para a função. “Eles se utilizam de pseudo desculpas, justificativas pífias e argumentos paupérrimos e não cumprem as obrigações de realizar, executar e ou fazer, cabendo nestes casos, o afastamento do prefeito, podendo chegar a perda do mandato”, sentencia Caetano Neto.

Segundo Caetano, “o princípio da eficiência, previsto em nossa constituição federal,  está vinculado a condições legais para que o administrador possa executar, realizar, e partir do momento que, existe um orçamento público aprovado, procedimento de execução fiscal e arrecadação de impostos dentro do cronograma previsto, a não execução de serviços e obras, nada mais é do que ausência de eficiência, ferindo assim o princípio estabelecido na nossa Carta Magna, devendo o gestor público ser penalizado, podendo ser afastado do cargo e até perder o mandato”.

ELETROBRÁS DEIXA TURISTAS EM LUA-DE-MEL NA MÃO EM GUAJARÁ-MIRIM

Eletrobrás prejudica hotel de selva em Rondônia
Eletrobrás prejudica hotel de selva em Rondônia

Guajará-Mirim (RO)-Desde sábado na hora do almoço que parte dos moradores de Guajará-Mirim sofre com a falta de luz. Apenas uma fase funciona em alguns locais como no  Pakaas Palafitas Lodge Hotel.  “É apenas a área rural e mesmo assim uma fase, mas, é justamente a da internet. Já fui atrás do plantão na cidade e não os encontrei. Isso já aconteceu algumas vezes antes. Reclamamos mas não adiantou. Temos hóspedes inclusive casal em lua de mel mas a Eletrobrás deixa a desejar”, diz o empresário Dayan Saldanha, administrador do hotel ao portal +RO.

Sem energia e sem internet é impossível realizar reservas no hotel e receber pagamento via cartão de crédito. O prejuízo é grande para empresários que dependem de energia elétrica.

Sobre o hotel
O Pakaas está localizado em frente ao encontro dos rios Mamoré e Pacaas Novos cercado pela floresta. Suas 28 cabanas que estão a 4 metros de altura do solo e são interligadas por 2 km de passarelas. Por fora parecem rústicas cabanas de ribeirinhos, mas internamente têm 70 metros quadrados e todo conforto de um hotel de luxo e decoração regional. As passarelas mantêm o hóspede no nível da copa das árvores e ligam também as cabanas ao complexo central, onde há um restaurante panorâmico para até 300 pessoas, ecobar e uma piscina suspensa, que se projeta sobre o encontro das águas dos rios Mamoré e Pakaas, recepção, cafeteria e salas de TV e de jogos

O Pakaas foi eleito como um dos melhores hotéis de selva do Brasil pelo Guia Quatro Rodas, e também como um dos 25 melhores hotéis do Brasil pela Revista Próxima Viagem. E a Revista Veja definiu o Pakaas como a “Nova Geração dos Hotéis de Selva”.  Reservas: 69) 3541-3058 e email [email protected].

 

Fonte: +RO

SANTA CATARINA ESTÁ CONTRATANDO MILHARES DE HAITIANOS

Milio Louicinol e Olson Pierre deixaram o Haiti para tentar nova vida no Brasil - Mariana Pollara Zylberkan
Milio Louicinol e Olson Pierre deixaram o Haiti para tentar nova vida no Brasil – Mariana Pollara Zylberkan

O haitiano Olson Pierre, de 30 anos, tem dois diplomas de nível superior – psicologia e serviço social – e fala três línguas – francês, espanhol e inglês. Seu conterrâneo, Milio Louicinol, de 32 anos, tem uma carreira como engenheiro químico e já trabalhou em multinacionais. Há oito meses, eles decidiram trabalhar como operários da linha industrial de abate de suínos no frigorífico Aurora, na cidade de Chapecó, no oeste de Santa Catarina. O objetivo é tentar fugir da miséria que assola seu país desde o terremoto que matou 220.000 pessoas – o equivalente a uma Chapecó inteira – e deixou 1,5 milhão de desabrigados há quatro anos. Louicinol trabalha oito horas por dia em uma câmara frigorífica em temperaturas negativas. Desacostumado ao frio, ele diz ter sofrido com dores de cabeça diárias quando chegou, mas não desistiu. Nos últimos meses, conseguiu poupar boa parte do salário de 1.500 reais e agora pretende trazer a noiva que vive no Haiti para o Brasil, como fez o colega Pierre, que vai se casar até o final do ano. Pierre e Louicinol fazem parte de um grupo de 800 haitianos que chegaram a Santa Catarina no ano passado atraídos pela oferta de trabalho, segundo dados da Polícia Federal.

O fluxo imigratório começa em uma longa jornada no sul do Acre, precisamente na cidade de Brasileia, na fronteira com a Bolívia, onde fica o abrigo montado pelo governo estadual para receber os haitianos. Segundo o Ministério Público Federal, o galpão com 4.500 m² e capacidade para 400 pessoas abriga atualmente 1.244. No ano passado, o posto da Policia Federal em Epitaciolândia, cidade vizinha a Brasileia, registrou a entrada de 10.110 haitianos – 74% do total (13.669) de haitianos que cruzou a fronteira para o Brasil.

“Eles são absorvidos pelos setores da construção civil, frigoríficos, limpeza urbana e linhas de produção industrial em postos que os brasileiros não querem mais ocupar”, diz Paulo Sérgio de Almeida, presidente do Conselho Nacional de Imigração do Ministério do Trabalho.

Desde 2010, ano da tragédia que arruinou o país caribenho, o Brasil emitiu 12.352 carteiras de trabalho para haitianos. Desse total, 5.670 estão registrados e trabalhando atualmente – mais da metade na região Sul. Polo da agroindústria, o oeste catarinense tornou-se um dos principais destinos. A economia catarinense tem crescido nos últimos anos alavancada pela crescente exportação de alimentos para China e Japão.

Semanalmente, em média três empresas enviam representantes para recrutar haitianos em Brasileia. O perfil ideal é o de homens que deixaram a família no Haiti. A maioria das empresas oferece moradia e alimentação nos três primeiros meses e transporte do Acre para Santa Catarina em um ônibus. Segundo empresários da região, o custo de 2.000 reais por haitiano compensa pela escassez de mão de obra para trabalhar em frigoríficos e a economia com a automação da produção. Na linha de desossa de coxa e sobrecoxa de frango, por exemplo, uma máquina capaz de fazer o trabalho de até seis operários custa cerca de 1 milhão de reais e o investimento leva dez anos para ser revertido em lucro. “Temos também o crescimento da exportação para o mercado japonês, que exige perfeição dos cortes de carne, o que só pode ser feito com as mãos”, diz Neivor Canton, vice-presidente da Aurora, que emprega 390 haitianos.

A necessidade de sobrevivência e o compromisso de sustentar a família à distância fazem os haitianos tolerar mais as condições de trabalho nos frigoríficos. A atividade é a mais perigosa no Estado de Santa Catarina, segundo o Anuário de Acidentes de Trabalho elaborado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – foram 2.381 acidentes em 2011. No Brasil, no mesmo período, foram contabilizados 19.453 acidentes no setor. O abate de suínos e aves registra altíssimos índices de desenvolvimento de transtornos de humor, como depressão. “A prova mais evidente da precarização das condições de trabalho é a contratação de imigrantes, indígenas, presos do regime semiaberto e pessoas que chegam a residir de 200 a 300 quilômetros do local de trabalho. O resultado é uma verdadeira epidemia de doenças ocupacionais”, diz o procurador Sandro Eduardo Sardá, do Ministério Público do Trabalho de Santa Catarina.

Rota percorrida por haitianos até chegar ao sul do Brasil

Haitianos entram no Brasil pelo Acre e Rondônia
Haitianos entram no Brasil pelo Acre e Rondônia

Emprego e família – O haitiano Saint Souis Noel, de 27 anos, trabalha há cinco meses no abate de peru na Sadia, em Chapecó, recebe 980 reais por mês, e já sente os reflexos do trabalho pesado. Ele diz sofrer de uma dor intermitente no braço esquerdo, causada pelas horas pendurando animais de até 11 kg em ganchos da linha de produção. Noel teve a passagem para Santa Catarina custeada pelo irmão que está há quase dois anos no Brasil. “Não conheço os direitos trabalhistas no Brasil, não sei se posso pedir afastamento”, diz. Mesmo com as queixas, Noel não hesita em afirmar que prefere o trabalho no Brasil a enfrentar o desemprego que atinge mais de 60% da população do Haiti.

A falta de trabalho até na República Dominicana, país vizinho e mais próspero por causa do turismo, fez o haitiano Smith Rivette, de 32 anos, deixar o emprego de recepcionista de hotel, que lhe rendia salário de 1.000 dólares na alta temporada, para trabalhar na linha de produção de um frigorífico em Chapecó, com salário de 1.120 reais. “Vim atrás de boas oportunidades proporcionadas pela Copa do Mundo no Brasil, mas me iludi”, afirma. A desilusão no trabalho, porém, foi compensada pela sorte no amor: no frigorífico, ele conheceu a noiva, a catarinense Crisiane Cheneiedr, de 34 anos. O casal planeja se casar no primeiro semestre deste ano e está poupando dinheiro para trazer o pai de Rivette ao Brasil para a festa – o destino da lua de mel será Natal (RN).

A formação de famílias de haitianos em solo brasileiro se torna mais recorrente à medida em que os primeiros imigrantes conseguem deixar os dormitórios montados pelas empresas, que chegam a abrigar até 55 homens, e montar seus próprios lares. O casal Renise Petimey, de 21 anos, e Ginior Andre, de 29 anos, namoravam quando deixaram o Haiti, onde Andre trabalhava como recepcionista e sonhava com uma vida melhor no ramo da construção civil no Equador. Após oito meses, ele seguiu a rota já percorrida por 15.000 haitianos desde 2010 até Brasileia (AC). Após um mês de espera pela emissão da carteira de trabalho no Acre, chegou a Chapecó como funcionário de um empresário que foi ao Estado procurar trabalhadores para sua fábrica de piscinas. A fibra em pó tóxica inalada por Andre o fazia vomitar sangue e, por isso, deixou o emprego para trabalhar no frigorífico Aurora. No fim do ano, o casal oficializou a união em cerimônia custeada pela empresa. “O Brasil é bom para nós, eu só não gostei do chimarrão, é muito amargo”, diz Renise.

Primeira geração – Famílias de haitianos não apenas se formam como também crescem no oeste catarinense. O pequeno Natan, de 9 meses, é um dos primeiros descendentes de haitianos chapecoense. A mãe, Philomise Saint-Fleur, de 37 anos, veio para o Brasil há dois anos em busca de uma vida melhor para as duas filhas que deixou no Haiti. “Depois do terremoto, veio o cólera que deixou tudo pior. O que ia ser das minhas filhas? Precisei dar um jeito.”

Philomise fez a travessia que passa pela República Dominicana, Equador, Peru e Bolívia até chegar ao Acre, onde foi recrutada para trabalhar em uma empresa de tratamento de afluentes em Chapecó. Antes, passou oito meses no Equador trabalhando em uma fazenda de bananas, com remuneração de dez dólares por dia. Juntou dinheiro e continuou a viagem até o Brasil. Neste mês, ela recebeu a irmã na casa alugada pelo patrão, onde mora com Natan. “Agora, meu sonho é trazer a minha caçula e poder pagar a faculdade da mais velha.”

O caso de Philomise, que hoje vive em uma casa custeada pelo empregador, não é o único. Gustave Michel, de 44 anos, tornou-se o braço direito de um empresário de Chapecó e ganha 1.500 reais como chefe de obras. Há um ano, ele trouxe a mulher, Velouse Dominique, de 30 anos, que engravidou no Brasil. Ao chegar a Chapecó, Velouse tentou dar continuidade ao trabalho de cabeleireira que tinha no Haiti, mas não deu certo. Agora, arrumou emprego no abate de peru e reclama de dores no corpo por causa do grande esforço físico. O casal vive em uma casa alugada pelo patrão de Michel. “Não tem jeito, ouço a história deles e não tem como não se envolver. Ajudo no que posso”, diz o empresário Erico Tormen.

Fonte: VEJA

Não teve rolezinho no Porto Velho Shopping

O rolezinho foi divulgado no Facebook
O rolezinho foi divulgado no Facebook

Porto Velho- Apenas meia dúzia de rapazes entre 14 e 17 anos compareceu ontem ao Porto Velho Shopping. Amplamente divulgado pela internet nas redes sociais, a Justiça deu liminar proibindo o evento. A segurança do shopping foi reforçada.

Moradores de reserva extrativista em RO exploram couro e carne do jacaré

 

comunitários_manejo_jacaré.jpgO Lago do Cuniã, em Rondônia, faz parte de uma reserva extrativista, criada em 1999 e que há três anos vem trabalhando com o abate de jacaré. Cerca de 80 famílias são beneficiadas pelo projeto.

Para chegar ao lago, é preciso descer o Rio Madeira, no sentido do Amazonas. A certa altura, dobra-se a esquerda no igarapé que dá acesso ao Cuniã.

Faz 40 anos que a caça de jacaré é proibida na Amazônia. Com a criação da reserva extrativista do Lago do Cuniã, a fiscalização e o controle passaram a ser mais rigorosos, o que aumentou significativamente o número de animais. O Instituto Chico Mendes calcula que na área existam algo em torno de 36 mil jacarés.

Lago do Cuniã (Foto: reprodução)Lago do Cuniã (Foto: reprodução)

Agora eles estão por toda a parte, mas houve um tempo em que a caça sem controle fez diminuir bastante a quantidade de jacaré no lago. Ednaldo de Souza, presidente da Coopcuniã, Cooperativa dos Agricultores e Pescadores do Lago do Cuniã, diz que antes era tão difícil encontrar jacaré que ele nadava no lago quando tinha 10 anos. “Veio a proibição e a partir disso foi só aumentando. É um animal que reproduz muito. Depois de 20 anos, começou a ter uma quantidade muito grande de jacaré e a ter ataques”, conta.

Dez anos atrás, a família da Lucineide da Silva ficou menor depois que um jacaré avançou no seu filho de cinco anos. Ela estava lavando roupa na beira do lago, quando o menino Felipe foi puxado de repente. A dor da Lucineide deu forças para que a comunidade do Cuniã se unisse e criasse um projeto de manejo junto ao ICMBIO, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, órgão do Ministério do Meio Ambiente que fiscaliza a reserva.

“Foi todo um processo de amadurecimento. Não só nos princípios do manejo, mas também na questão de pesquisa que a vigilância exige e que o próprio mercado exige para que a carne tenha boa qualidade, de procedência garantida até o consumidor final”, explica Cristiano Andrey Souza do Vale, biólogo do ICMBIO. Mudou inclusive a maneira como a comunidade enxergou o jacaré.

“Eles viam o jacaré como uma ameaça, hoje já é um recurso. Eles cuidam dos jacarés e dos ninhos também. Eles conservam esse lugar tão bonito como é o Cuniã”, completa.

O manejo funciona assim: todo ano é feita uma contagem visual dos jacarés do lago e a partir daí se define a quantidade de animais que podem ser abatidos e comercializados.

Ana Delanir Flores é a bióloga que acompanha o trabalho na comunidade. “No Lago do Cuniã tem tanto jacaré como tem outras espécies. Tem uma grande variedade de animais aqui dentro. Peixes, aves, vários mamíferos. Por isso o jacaré achou um berçário, um paraíso aqui no Cuniã”, diz.

O jacaré predominante do Lago do Cuniã é o jacaré-açu, conhecido também como Melanosuchus Níger, que significa ‘monstro negro gigante’. “Ele é agressivo e se sentir ameaçado vai ataca”, diz a bióloga.

O jacaré-açu pode chegar a seis metros de comprimento, enquanto o jacaré do Pantanal, por exemplo, não passa dos três metros. “O jacaré para ser abatido tem que ter no mínimo 1,80 metros e no máximo 2,98 metros. O peso varia entre 20 e 170 quilos”, diz Ana Delanir, bióloga.

A captura é o momento mais tenso no manejo de jacaré no Lago do Cuniã, em Rondônia. O trabalho é feito à noite porque é quando os animais se tornam mais vulneráveis.

Os homens que saem para a caça são os chamados jacarezeiros, uma mistura de pescador e aventureiro, que se especializaram na captura de jacaré na natureza. Gente da própria comunidade, que encontrou nesse trabalho uma nova profissão.

O momento mais delicado na captura do jacaré é a hora de laçá-lo. Tem que ter o máximo de silêncio e o mínimo de agito. O jacarezeiro tem que ser preciso para o animal não fugir. Tudo isso, só com a luz da lanterna.

É necessário saber o sexo do jacaré porque no Cuniã há mais machos do que fêmeas, por isso, só os machos podem ser capturados. Uma fita é passada na boca do jacaré, e outra nos olhos. Já dentro do barco, as patas são amarradas para trás e os jacarezeiros verificam se o tamanho está dentro do padrão.

Quando saem para a caçada, cada equipe tem uma meta. Na noite em que a reportagem acompanhou o trabalho no Lago do Cuniã, cada uma das quatro equipes tinha que capturar três jacarés.

O trabalho demora porque os jacarezeiros encontram muitos animais bravos, fêmeas que precisam ser devolvidas para o lago, sem contar as inúmeras tentativas de captura que não dão certo.

Quando a cota da noite é atingida, eles voltam para a comunidade satisfeitos. E assim se encerra mais uma noite de captura de jacaré no lago do Cuniã. Um trabalho que une preservação ambiental com desenvolvimento econômico e social, o tripé da sustentabilidade.

Fonte: G1/ Globo Rural/ICMBio

AZUL VOLTA A OPERAR SÁBADO EM JI-PARANÁ

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A Companhia Azul Linhas Aéreas retorna com seus voos regulares em Ji-Paraná a partir do próximo sábado, 8 de fevereiro. No entanto, o primeiro vôo só sai no domingo, dia 9. Os voos serão somente de Ji-Paraná para os grandes centros, como Brasília, Rio de Janeiro. Não há voo previsto para Porto Velho e vice e versa. O voo Ji-Paraná-Brasília custa a partir de 789 reais. O retorno das atividades no Aeroporto José Coleto é de grande importância para a região. Os voos a partir de Ji-Paraná foram suspensos em agosto do ano passado. Vilhena também teve voos cancelados, porém não tem data para voltar.

No ano passado houve 8.620 embarques para Porto Velho, saindo do município, num total de 30 pessoas por dia. “A falta de passageiros não é e não pode ser a razão para suspensão do voo entre Ji-Paraná a Porto Velho, pois somente no inicio de ano ocorreram 1.483 embarques de pessoas com destino a capital do Estado, um total de mais de 30 pessoas por dia”, disse a administração do aeroporto na época em que foram suspensos os voos. Apesar deste fluxo, os voos partirão apenas de Ji-Paraná para grandes centros.

 

ENCONTRO REÚNE GESTORES ESCOLARES DE TODO O ESTADO

Governador Confúcio Moura fez a abertura do encontro, na noite de sexta-feira
Governador Confúcio Moura fez a abertura do encontro, na noite de sexta-feira

Diretores escolares e coordenadores regionais de Ensino de todo o Estado participam do Encontro Regional de Gestores 2014, em Ji-Paraná. O evento foi aberto na noite de sexta-feira (31) pelo governador Confúcio Moura e pelo secretário de Estado da Educação, Emerson Castro. O encontro tem o objetivo de fortalecer o pacto pela educação em Rondônia, firmado pelos gestores, e alinhar o planejamento pedagógico para este ano. A palestra de abertura foi feita pelo educador, escritor e consultor Cláudio Moura Castro, da Consultoria Falconi.

O governador Confúcio Moura ressaltou a importância do trabalho dos gestores para a qualidade da educação de crianças, jovens e adultos. Diretores de escolas e coordenadores de Ensino são os principais responsáveis pelo bom andamento da execução de projetos idealizados também pelos professores para o aprendizado dos estudantes.

Secretário da Educação, Emerson Castro, agradece ao governador apoio à  pasta da SEDUC
Secretário da Educação, Emerson Castro, agradece ao governador apoio à pasta da SEDUC

Para o secretário Emerson Castro, reunir todos os gestores escolares e os coordenadores é um passo importante para que os projetos e atividades em execução nas escolas tenham continuidade, além de os profissionais poderem interagir, conhecer realidades diferentes e partilharem experiências.

Aproximadamente 500 pessoas participam do encontro, entre diretores de escolas, coordenadores regionais de educação e técnicos da Seduc.

Secretária adjunta de Educação entrega Referenciais à coordenadora de Rolim
Secretária adjunta de Educação entrega Referenciais à coordenadora de Rolim

Referenciais Curriculares

O segundo dia do Encontro de Gestores foi aberto pela gerente de Educação, Rute Carvalho. A gerente relatou os desafios que houve para a produção dos Referenciais Curriculares de Rondônia, que foram construídos com a participação de educadores de todo o Estado. Os referenciais trazem as diretrizes de ensino para toda a rede pública estadual. Rute Carvalho ressaltou a participação coletiva na construção dos referenciais.

Presente no evento, o governador Confúcio Moura foi citado como um incentivador dos Referenciais Curriculares de Rondônia, documento importante para a educação. O governador e a secretária adjunta de Educação, Marionete Sana Assunção, fizeram a entrega dos referenciais para os 13 coordenadores regionais de Educação do Estado. Os Referenciais Curriculares estão disponíveis aqui.

Após a entrega dos referenciais, a consultora Isabela Lanna Murici, da Falconi Consultoria, fez uma breve apresentação sobre gestão para resultados na educação. Isabela pontuou os critérios para uma boa gestão: planejar, executar, verificar e agir; e ressaltou que as metas devem ser estabelecidas com métodos.

Conselheiro do Tribunal de Contas de Rondônia fala sobre gestão escolar
Conselheiro do Tribunal de Contas de Rondônia fala sobre gestão escolar

Prestação de contas

O conselheiro substituto do Tribunal de Contas do Estado Omar Pires Dias palestrou sobre gestão escolar, desde o planejamento até a prestação de contas. Dias lembrou aos gestores que é necessário ter planejamentos orçamentário e financeiro, com o cuidado de planejar somente o que é, de fato, executável.

Segundo o conselheiro, planejamento é o alicerce da gestão. Na educação, os principais instrumentos de planejamento são o Projeto Político Pedagógico (PPP) das escolas e o Planejamento Anual. “Gestão democrática começa pelo planejamento participativo”, afirma Omar Pires.

O Encontro de Gestores será encerrado no final da manhã de domingo, dia 2.

Texto: Marcela Ximenes
Fotos: Quintela

EMAILS FALSOS CONTINUAM “OFERTANDO” INGRESSOS PARA COPA DO MUNDO NO BRASIL

 

Este email foi enviado para a caixa postal do +RO
Este email foi enviado para a caixa postal do +RO

Emails falsos continuam inundando as caixas postais de internautas. E aí daquele que clicar no ‘imprima aqui’. Vai colocar para dentro do computador um vírus poderoso que roubará senhas de bancos e a sua vida vai virar um inferno. Cuidado com ofertas e presentes de gregos enviados via internet. Hackers brasileiros estão atuando em todas as frentes.

A FIFA INFORMA SOBRE ESTES EMAILS FALSOS

“A FIFA está ciente e é constantemente alertada de e-mails e cartas com tentativas de associação fraudulenta à FIFA ou aos eventos da nossa entidade, os quais informam aos destinatários que eles foram sorteados em algum tipo de loteria, ou os convidam para participar de algum tipo de negócio, entre outros. Muitas dessas correspondências parecem ser oficiais em razão do uso de marcas registradas de titularidade da FIFA, de assinaturas de membros da FIFA ou personalidades do futebol, além de endereços de e-mail falsos da FIFA, na tentativa de persuadir o destinatário a fornecer informações pessoais (incluindo dados da conta bancária) ou mesmo realizar um depósito/transferência de dinheiro para a liberação do prêmio. Além disso, por vezes, tais e-mails fraudulentos são utilizados para disseminar algum tipo de vírus nos computadores.

Confirmamos que nenhuma dessas correspondências tem relação ou autorização da FIFA e deve ser considerada fraude. A FIFA aconselha que tais correspondências não sejam respondidas e que nenhuma informação pessoal seja fornecida aos contatos em tais cartas/e-mails.

A FIFA não tem condição de impedir o envio dessas cartas/e-mails fraudulentos, mas nós encorajamos a encaminhar o e-mail às autoridades locais para que tratem do assunto.

Enfatizamos que a única fonte oficial de ingressos para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 é o site www.fifa.com”.

 

APÓS GOLEADA DO SANTOS COMUNIDADE PEDE VOLTA DE TITE

Já estão pedindo a volta de Tite no Facebook
Já estão pedindo a volta de Tite no Facebook

Dois dias da Campanha a comunidade “Volta Tite” já teve mais de 35 mil curtidas. Os números impressionantes mostram que a Nação Corinthiana quer mudanças e a começar com a volta do Professor! Segundo os corintianos, Tite jamais deveria ter saído do Timão. “Foi traído por uma direção incompetente que não soube planejar o Corinthians após a conquista do Mundial. Não é preciso gastar milhões em apenas um atleta mas sim buscar jogadores que tenham vontade e raça em vestir a camisa do Timão”, dizem os responsáveis pela comunidade.

Dezenas e posts com fotos e dizeres "Volta Tite"
Dezenas e posts com fotos e dizeres “Volta Tite”