A disputa interna no MDB de Rondônia chegou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO). Dois filiados do partido, Ted Wilson de Almeida Ferreira e Wanderley de Oliveira Brito, entraram na Justiça nesta terça-feira (11) para questionar a validade da convenção estadual realizada em 25 de julho.
A ação foi registrada sob o número 0600613-42.2026.6.22.0000 e está sob relatoria do desembargador Daniel Lagos, vice-presidente do TRE-RO.
Os dois pedem, em caráter liminar, a suspensão dos efeitos da ata da convenção, alegando que houve irregularidades no processo de escolha dos candidatos do partido para as eleições de 2026.
Chapa alternativa teria sido rejeitada
Entre os principais questionamentos está a rejeição de uma chapa alternativa para disputar vagas de deputado federal.
Segundo a ação, a chapa foi protocolada em 21 de julho, antes da convenção, mas acabou considerada “inepta” durante o encontro partidário.
Os autores afirmam que a decisão ocorreu sem análise de mérito, fundamentação ou oportunidade de defesa.
Outro ponto levantado envolve o próprio Ted Wilson. Conforme a petição, ele manifestou interesse em disputar uma vaga de deputado federal no dia 23 de julho, mas não teria recebido resposta ou tido o pedido deliberado pela Executiva Estadual.
Aclamação também é questionada
Os filiados sustentam ainda que a chapa apresentada pela Comissão Executiva Estadual teria sido aprovada por aclamação.
Para eles, o procedimento não teria seguido a forma de votação prevista no estatuto do MDB.
A ação cita o artigo 26 do estatuto, que estabelece a votação direta e secreta para deliberações sobre escolha de candidatos, ressalvadas as exceções previstas nas próprias regras partidárias.
Lista de possíveis irregularidades
A petição apresentada ao TRE-RO aponta ainda outros questionamentos sobre a convenção.
Entre eles estão a suposta falta de comprovação do quórum mínimo, lista de presença sem todas as assinaturas e ausência de registros que, segundo os autores, comprovem a votação da chapa oficial.
Também são citadas a rejeição da chapa alternativa sem análise de mérito e a ausência de votação nos moldes previstos pelo estatuto.
Os autores afirmam que os diretórios municipais do MDB de Porto Velho e Cacoal também encaminharam documentos à Executiva Estadual pedindo a revisão do procedimento.
Convenção definiu candidatos
A convenção estadual ocorreu em 25 de julho, das 8h às 13h, de forma híbrida.
O encontro teve participação presencial na sede estadual do partido, em Porto Velho, e participação virtual pela plataforma Zoom.
A reunião foi presidida pelo senador Confúcio Moura, presidente do Diretório Estadual do MDB de Rondônia.
Na ocasião, foram registrados os nomes de Pedro Abib Hecktheuer, o Pedro Abib, para governador, e Confúcio Moura para senador, além dos respectivos suplentes.
Também foram definidos candidatos para as disputas de deputado federal e deputado estadual.
Pedido pode afetar registro das candidaturas
Na documentação apresentada à Justiça Eleitoral, os filiados pedem a suspensão dos efeitos da ata da convenção.
Caso a liminar não seja concedida, eles também querem que o MDB seja obrigado a apresentar documentos relacionados ao encontro, como comprovante de convocação, relação de pré-inscritos e registros das deliberações.
O pedido também busca preservar elementos para uma eventual ação de impugnação do DRAP do partido.
Urgência está ligada ao calendário eleitoral
Os autores alegam urgência porque o prazo indicado na ação para o encerramento das inscrições de candidatos é 15 de agosto de 2026.
Por isso, pedem que o TRE-RO analise a solicitação antes do encerramento do período de registro.
A ação, porém, não anula automaticamente a convenção nem impede, por si só, o registro das candidaturas.
Agora, caberá à Justiça Eleitoral analisar os argumentos, documentos e pedidos apresentados pelos dois filiados.
O MDB de Rondônia aparece como requerido no processo, enquanto a Procuradoria Regional Eleitoral atua como fiscal da lei.
Rondônia ganhou um novo milionário na noite desta terça-feira (11). Uma aposta simples feita em Alvorada do Oeste acertou sozinha as seis dezenas da Mega-Sena e levou o prêmio de R$ 3.077.413,08.
O bilhete vencedor foi registrado na Lotérica Alvorada, no município. Como foi a única aposta a acertar todos os números do concurso 3.043, o apostador ficou com o prêmio principal.
As dezenas sorteadas foram:
10 – 11 – 16 – 37 – 42 – 53
A aposta vencedora foi um jogo simples. O sortudo, porém, transformou um bilhete comum em uma bolada de mais de R$ 3 milhões.
Além do prêmio principal em Rondônia, outras apostas também faturaram na Mega-Sena.
Ao todo, 48 apostas acertaram cinco dezenas e vão receber R$ 20.836,65 cada.
Já 3.746 apostas fizeram a quadra e terão direito a R$ 440,09 cada.
O juiz Marcelo Tramontini, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO), foi designado para auxiliar os trabalhos da Corregedoria Nacional de Justiça. A designação foi oficializada por meio da Portaria CN nº 71, de 7 de agosto de 2026.
Conforme o documento, assinado pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, o magistrado atuará junto à Corregedoria Nacional no período de 25 de agosto de 2026 a 25 de agosto de 2028.
A presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Rondônia (Ameron), Fabíola Cristina Inocêncio, parabenizou o magistrado e destacou a importância da presença da magistratura rondoniense em uma função de alcance nacional. “A designação do juiz Marcelo Tramontini é motivo de satisfação para a magistratura rondoniense e representa o reconhecimento de sua trajetória, competência técnica e experiência profissional. Temos certeza de que sua contribuição será muito importante para os trabalhos da Corregedoria Nacional. A Ameron parabeniza e deseja pleno êxito nessa nova missão”, afirmou.
A Corregedoria Nacional de Justiça, vinculada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), atua na orientação, coordenação e execução de políticas relacionadas à atividade correicional, ao desempenho da atividade judiciária dos tribunais e juízos e aos serviços extrajudiciais do país.
A designação também amplia a presença de magistrados de Rondônia em espaços de atuação nacional e possibilita o compartilhamento da experiência desenvolvida no Judiciário rondoniense.
A movimentação eleitoral já começou a mexer com a Câmara Municipal de Porto Velho. O primeiro suplente Cláudio da Padaria (Agir) assumirá uma cadeira no Legislativo após o afastamento temporário do vereador Marcos Combate (Avante).
Marcos deixará o mandato para concentrar esforços na campanha para deputado estadual nas eleições de 2026.
Cláudio recebeu 1.971 votos na eleição municipal de 2024 e ficou na primeira suplência.
O retorno marca também a volta de um nome conhecido do Legislativo municipal. Cláudio da Padaria já exerceu três mandatos como vereador de Porto Velho.
Com a mudança, ele passará a participar normalmente das atividades da Câmara, incluindo sessões, votações, apresentação de propostas e fiscalização das ações do Executivo.
Marcos Combate mira a Assembleia Legislativa
O afastamento de Marcos Combate ocorre em meio à movimentação política para as eleições deste ano.
O vereador pretende disputar uma vaga de deputado estadual por Rondônia e deixará temporariamente a Câmara para se dedicar à campanha.
Durante o período de afastamento, Cláudio ocupará a cadeira e manterá a representação do mandato no Legislativo municipal.
Suplente volta com experiência
A chegada de Cláudio não representa uma estreia na política municipal.
Ele já passou pela Câmara em três mandatos anteriores, acumulando experiência no funcionamento do Legislativo e contato direto com as principais demandas da população.
Agora, retorna à Casa de Leis justamente em um período de forte movimentação política provocado pela proximidade das eleições.
A substituição mantém a cadeira ocupada enquanto Marcos Combate concentra sua atuação na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Rondônia.
Até o presente momento não constam no sistema de divulgação de candidatos as informações sobre as candidaturas dos partidos MDB e PSB. Coincidentemente, os dois partidos que ainda estão em conversações sobre possível aliança. Na parte de candidaturas ao Senado Federal, ainda não consta o registro de Luciana Oliveira (PT), que está aguardando a decisão final de Confúcio Moura. Quem está devidamente registrado é o empresário e ex-senador Acir Gurgacz (PDT). No Paraná, Assis Neto, filho de Acir Gurgacz, também está devidamente registrado como primeiro suplente de Gleisi Hoffman (PT).
Sai ou não sai?
Até meia noite de 15 de agosto, o senador Confúcio Moura deverá decidir se sairá ou não à reeleição. Tá todo mundo querendo que ele decida por continuar representando Rondônia no Senado Federal. Até o presidente Lula ligou para o senador pedindo que concorra à reeleição. Tanto o PT estadual quanto o nacional, diversos deputados e senadores de outros estados já pediram também. A própria Luciana Oliveira afirmou à esta coluna que abre mão da candidatura dela para Confúcio Moura. Então, senador, o que está esperando?
Enquanto isso na Elias Gorayeb 3298…
Após a turbulenta convenção de 25 de julho, o MDB de Rondônia ainda não se acertou. Ao contrário, querem cancelar aquela convenção vapt vupt, que teve votação contestada. Segundo apuração do Oobservador, os filiados do MDB, Ted Wilson de Almeida Ferreira e Wanderley de Oliveira Brito, ingressaram na terça-feira (11) com uma tutela cautelar antecedente no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) para questionar a validade da convenção estadual do partido. O processo tem como assunto o registro de candidatura e a apuração de possível irregularidade na conduta funcional. Os autores pedem, em caráter liminar, a suspensão dos efeitos da ata da convenção do MDB, alegando que houve irregularidades no procedimento utilizado para a escolha dos candidatos às eleições de 2026.
O que os filiados alegam
Na ação, Ted Wilson e Wanderley Brito afirmam que a convenção do MDB teria desrespeitado normas previstas no próprio estatuto partidário e na legislação eleitoral. Segundo os autores, uma chapa alternativa para disputar as vagas de deputado federal foi protocolada no dia 21 de julho, antes da convenção. Eles afirmam que a chapa foi posteriormente considerada “inepta” durante a convenção, sem análise de mérito, fundamentação ou oportunidade de defesa.
Bruno Scheid impugnado
Dezessete pessoas já registraram suas candidaturas para as eleições de 2026 usando o nome “Bolsonaro” sem que este conste em seu registro civil, o que é proibido pela legislação eleitoral. Em São Paulo, o Ministério Público Eleitoral (MPE) tem tentado impedir os registros. Em Rondônia, um candidato a Senado está sendo acusado de fraude.
Bruno Scheid impugnado 2
O registro da candidatura de Bruno Scheid (PL) ao Senado Federal poderá ser impugnado pela justiça eleitoral se ele insistir em incorporar o sobrenome “Bolsonaro”. Para o MPE, a utilização de nome de urna que não integra o nome civil do candidato, além de comprometer a correta identificação do candidato perante o eleitorado, revela-se “potencialmente geradora desinformação, induzindo o eleitorado a erro”. No caso de Bruno, o uso indevido do sobrenome “Bolsonaro” configura “aparente prática de desinformação e fraude à legislação eleitoral, comprometendo a transparência, a boa-fé e a igualdade de oportunidades entre os futuros candidatos nas Eleições 2026“, no entender da procuradoria.
Bruno Scheid impugnado 3
Bruno, que atuou como arrecadador de campanha para Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022, já havia sido denunciado à Justiça Eleitoral por irregularidade em propaganda eleitoral, pelo uso indevido do sobrenome Bolsonaro em redes sociais e em atos de pré-campanha. Ele chegou a ser multado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia e proibido de usar o sobrenome, decisão que depois foi revista porque o TRE entendeu que não tem tal competência.
Bruno Scheid impugnado 4
O MPE fez nova denúncia no mês passado, mas o pedido de liminar foi novamente rejeitado pelo TRE, que apontou que a utilização de sobrenome em referência a liderança política não configura, por si só, propaganda eleitoral irregular. A irregularidade se configuraria com o registro de nome de urna, o que aconteceu esta semana. Agora, o MPE diz que Bruno tem se utilizado do nome para “angariar proveito eleitoral ao transmitir, ao eleitorado em geral, que possui vínculos familiares com o ex-presidente Bolsonaro” e que não é conhecido como “Bruno Bolsonaro”, como faz crer.
Mulheres sem proteção em RO
A deputada estadual Ieda Chaves (UPr), está preocupadissima com a situação de vulnerabilidade das mulheres rondonienses. ”Os números mostram por que precisamos agir: Rondônia teve aumento de 66,7% nos feminicídios, além de 65 tentativas de feminicídio e mais de 4 mil mulheres vítimas de violência dentro de casa. Não são apenas números. São vidas. Proteger as mulheres precisa ser prioridade” , disse Ieda Chaves. A parlamentar é uma das quatro da bancada feminina na Assembleia Legislativa de Rondônia. Disputa reeleição para dar continuidade aos trabalhos em prol das mulheres, animais e pelas comunidades ribeirinhas.
Lula no primeiro turno?
A mais recente pesquisa CNT/MDA aponta Lula com 42% das intenções de voto, contra 29% de Flávio Bolsonaro no cenário estimulado. Considerando apenas os votos válidos, o levantamento indica 49,4% para o atual presidente a 0,6 ponto percentual dos 50% necessários para vencer no primeiro turno. O levantamento também mostra vantagem de Lula em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro. A 169ª rodada da pesquisa foi realizada entre 5 e 9 de agosto, com 2.002 entrevistas presenciais em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O cenário ainda pode mudar ao longo da campanha, especialmente com a evolução das candidaturas de nomes como Zema, Caiado e Renan. A pesquisa está entre os levantamentos que medem o atual momento da disputa presidencial de 2026.
Flávio ataca Moraes
Em um dia para lá de cheio em Brasília, o senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, subiu o tom contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Flávio afirmou que Moraes atua como um “articulador do Lula” ao promover encontros políticos em sua residência. A declaração faz referência ao jantar realizado na semana passada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), na casa do magistrado. Durante coletiva de imprensa em um dos comitês de campanha, Flávio voltou a defender que o impeachment de ministros do STF se torne uma pauta eleitoral e perguntou a candidatos do PL ao Senado presentes no evento se apoiavam a destituição de Moraes. Em resposta, ouviu gritos de “Fora, Moraes”. Apesar das críticas, Flávio defendeu que a decisão cabe ao Senado, e não ao presidente da República. O candidato do PL também disse que os candidatos ao Senado serão cobrados pelos eleitores sobre o tema durante a campanha. (Estadão)
Moraes x Cutrim
Mais cedo, Moraes tomou uma decisão polêmica ao autorizar a realização de busca e apreensão contra o ex-secretário de Assuntos Legislativos do Maranhão, Raimundo Cutrim, apontado pela Polícia Federal como a fonte de um jornalista em reportagens sobre o suposto uso irregular de carros oficiais pelo ministro Flávio Dino e familiares no estado nordestino. A medida foi solicitada pela Polícia Federal, recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) e foi confirmada pelo STF. Segundo a defesa de Cutrim, a decisão tem como base informações obtidas após a quebra do sigilo telemático do jornalista, que teria identificado o ex-secretário como responsável por repassar informações consideradas privilegiadas. (CNN Brasil)
Moraes x Cutrim 2
Cutrim já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão e de prisão domiciliar expedidos pelo próprio Dino em um outro inquérito, que investiga um homicídio no Maranhão. Foram apreendidas 26 armas em endereços dele e o caso acabou no centro da disputa do governo do Maranhão. Agora, com base em dados obtidos na operação de março contra Luís Pablo, a PF concluiu que Cutrim era informante do blogueiro e apontou trocas de mensagens sobre a transferência de R$ 100 mil depositada na conta de um terceiro, Danilo Cutrim, mas que seria em benefício de Raimundo. O pedido da PF afirma que o blog “parece mais se assemelhar a um veículo de mídia destinado à publicação de matérias compradas, com direcionamento político”. (Folha)
Moraes x Cutrim 3
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) divulgaram uma nota conjunta na qual manifestam “profunda preocupação” com a decisão de Moraes. (g1)
Flávio e a madrasta
Além de partir para o ataque contra Moraes, Flávio Bolsonaro também tirou a terça-feira para comemorar a reaproximação com sua madrasta, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.Michelle afirmou que superou as divergências com o senador e declarou apoio à campanha do enteado à Presidência. Os dois gravaram, pela primeira vez desde a reconciliação pública, peças para a propaganda eleitoral. “Colocamos uma pedra. Conversamos, nos unimos em prol de algo muito maior para a nossa nação”, afirmou. (Metrópoles)
Inteligência artificial
I.A. nas campanhas-Marcelo Martinez
E o candidato do PL defendeu no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que campanhas possam utilizar ferramentas de inteligência artificial mesmo sem autorização da pessoa retratada. A defesa de Flávio sustenta que exigir consentimento prévio inviabilizaria o uso da inteligência artificial no debate eleitoral. O caso será analisado pelo TSE nos próximos dias. (Folha)
Lula e Alcolumbre
Apesar das críticas de Flávio Bolsonaro, os esforços de Alexandre de Moraes em reaproximar o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, parecem ter dado resultado. Os dois vão se encontrar novamente hoje no Palácio da Alvorada para discutir as prioridades do governo no Congresso e alinhar a pauta de votações da Casa durante a primeira semana de esforço concentrado. Entre os temas considerados prioritários pelo Palácio do Planalto estão a proposta de redução da jornada de trabalho com o fim da escala 6×1, a PEC da Segurança Pública e o projeto sobre minerais críticos. (CNN Brasil)
Roberta Luchsinger
E o Planalto tenta mapear as conexões entre funcionários do governo e a empresária Roberta Luchsinger, suspeita de ligação com fraudes no INSS e amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Segundo Malu Gaspar propostas de delação premiada sobre o caso estão paradas há meses na PGR e na PF. As denúncias envolveriam autoridades com foro privilegiado. (Globo)
Doutrina Monroe
O Departamento de Estado dos Estados Unidos publicou um vídeo em defesa da Doutrina Monroe e afirmou que “o domínio americano no Hemisfério Ocidental jamais será questionado novamente”. No vídeo, o embaixador dos EUA no Panamá, Kevin Marino Cabrera, apresenta a Doutrina Monroe, formulada em 1823, como a base da política americana para o continente e relembra episódios históricos da atuação de Washington na América Latina. Ao longo de cinco minutos, Cabrera sustenta que a doutrina garantiu a independência de países latino-americanos em relação às potências europeias e cita a guerra contra a Espanha, que resultou na independência de Cuba e na ampliação da influência americana na região. (UOL)
Doutrina Monroe 2
Atrelar toda a América Latina aos interesses de Washington, sem as contrapartidas e até hipocrisias do passado. Este é o grande projeto do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
Vacinas infantis
A Organização Mundial da Saúde (OMS) reagiu ao decreto de Donald Trump que reduziu o número de vacinas infantis recomendadas no país. Nesta terça-feira, a instituição afirmou que as recomendações de vacinação se baseiam em mais de 60 anos de pesquisas realizadas pela própria OMS, autoridades nacionais e grupos de especialistas independentes. (g1)
Discurso antivacina
Flávia Tavares: “Por que a extrema-direita decidiu reativar o discurso antivacina em pleno 2026? Um vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira sobre Anthony Fauci e o surto de sarampo que avança nos Estados Unidos e no Brasil está viralizando nas redes sociais. Por trás dele há um cálculo eleitoral que explica como a resistência às vacinas se tornou uma questão de identidade política.”
Estado de emergência
O governo de Abelardo De La Espriella disse, nesta terça-feira, que vai declarar estado de emergência econômica e social para lidar com o impacto do terremoto de magnitude 7,4 no sudoeste da Colômbia. A medida permite ao governo emitir decretos com força de lei para enfrentar a emergência causada pelo desastre que já deixou centenas de mortos e centenas de feridos. O país receberá um empréstimo de até US$ 450 milhões junto ao Banco Mundial para lidar com a emergência. As autoridades locais já contabilizaram 254 mortos e cerca de 3 mil desaparecidos. (El Tiempo e g1)
Agressão contra mulher
Os casos de agressão contra mulher sobem 28,8% em dias de jogos de futebol. É o que revela um estudo promovido pelo Grupo Mulheres do Brasil com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública cruzados com a agenda de jogos do Campeonato Brasileiro, da Libertadores da América e da Copa Sulamericana. Além das agressões, os registros de ameaça sobem 27,4% nos dias das partidas. A pesquisa foi realizada com informações das capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre. Os resultados mostram que a violência tem alcançado mulheres jovens, especialmente dentro de casa. (Globo)
Prisão perpétua
O Parlamento do Líbano aprovou nesta terça-feira uma lei que substitui a pena de morte pela prisão perpétua com trabalhos forçados agravados. Com o apoio da maioria dos 128 parlamentares, o país se tornou o primeiro do mundo árabe a extinguir a pena capital de seu sistema formal de Justiça, apesar de o Líbano não executar esse tipo de sentença desde janeiro de 2004. O ministro da Justiça, Adel Nassar, disse que a existência da lei dificultava a extradição de suspeitos a partir de países que já haviam abolido esse tipo de punição. Ainda não está claro como a pena de trabalhos forçados agravados será aplicada na prática. (DW)
Bashar al-Assad
Enquanto isso, a Justiça da Síria condenou in absentia o ex-presidente Bashar al-Assad à morte por crimes contra a Humanidade. A decisão é basicamente simbólica, já que o ex-ditador, deposto em 2024, vive um exílio confortável na Rússia. (AP)
Prêmio Jabuti
A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, na noite desta terça-feira, os ganhadores da 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico. Os laureados das 27 categorias foram revelados em cerimônia no Teatro Sérgio Cardoso, centro de São Paulo. Entre os vencedores estão Juliana Dal Piva, com a obra Crime Sem Castigo: Como os Militares Mataram Rubens Paiva; Reginaldo Prandi e o livro Brasil Africano: Orixás, Sacerdotes, Seguidores; e A Loteria do Nascimento: Filha do Porteiro Termina Universidade, mas Não Alcança Filho do Rico, de Fillipi Nascimento e Michael França. (Folha)
Tropa de Elite 2
Dirigido por José Padilha e estrelado por Wagner Moura, o filme Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro, de 2010, foi eleito uma das 100 melhores continuações da história do cinema em um levantamento do site especializado IndieWire. A sequência da história do Capitão Nascimento ficou na 66ª posição do ranking, à frente de filmes como Tão Longe, Tão Perto!, de Wim Wenders (84º lugar) e Saraband, de Ingmar Bergman (76º lugar). Magic Mike XXL, de Gregory Jacobs, lidera a lista, seguido por O Poderoso Chefão: Parte II, de Francis Ford Coppola, e 2046, de Wong Kar-wai. (Rolling Stone e IndieWire)
Mostra de Filmes de IA
Goiânia recebe amanhã a primeira edição da Sintético – Mostra de Filmes de Inteligência Artificial, evento gratuito que reúne produções de diferentes países criadas integralmente com ferramentas de IA. Além das exibições, a programação inclui um debate sobre os impactos da inteligência artificial na produção audiovisual. (Meio)
Cotidiano Digital
A Anthropic anunciou que passará a adicionar marcas d’água a todos os textos gerados pelo Claude, medida que foi exigida pela Lei de IA da União Europeia, mas que valerá para todo o mundo. A identificação é invisível para humanos, não afeta a legibilidade do texto e permanece mesmo após ser copiada, colada ou até parcialmente editada. Porém, a empresa reconhece que a marca não é infalível, já que pode não confirmar se o conteúdo foi de fato gerado pela IA, nem detectar textos muito parafraseados ou produzidos por modelos antigos ainda sem suporte à tecnologia. O recurso já está ativo nos modelos lançados a partir de 2 de agosto. (TechCrunch)
Programa de monetização
O YouTube vai dobrar as exigências de audiência para novos criadores entrarem no programa de monetização a partir de fevereiro de 2027. Os canais passarão a precisar de 8 mil horas de exibição pública em 365 dias, ou 20 milhões de visualizações qualificadas em Shorts em 90 dias, o dobro dos critérios atuais. As novas regras não afetam retroativamente quem já está no programa. Mas os criadores com menos de 10 milhões de visualizações em Shorts nos últimos 90 dias deixarão de receber receita até atingirem essa marca novamente. (The Verge)
Seção 230
Um tribunal de apelações dos Estados Unidos autorizou que mais de 3 mil processos contra a Meta, Google, TikTok e Snap sigam adiante, sob acusação de que as plataformas foram projetadas para viciar jovens usuários. O 9º Circuito de São Francisco rejeitou o argumento das empresas de que a Seção 230, que protege plataformas por conteúdo publicado por usuários, também as blindaria de ações sobre o design viciante dos produtos. (Reuters)
Breakfast
Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.
(*)Roberto Kuppê é jornalista e articulista político, com informações do Canal Meio
O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Mais RO não tem responsabilidade legal pela opinião, que é exclusiva do autor.
Candidato ao Governo de Rondônia coloca saúde no centro do plano de governo e propõe transformar estrutura abandonada da PRF em hospital moderno
Quatro décadas de espera. Quatro anos para mudar essa realidade. Essa é a promessa apresentada pelo candidato ao Governo de Rondônia, Samuel Costa (PSB), para a construção do Novo Hospital João Paulo II, em Porto Velho.
Costa afirma que, caso seja eleito, a saúde será uma prioridade de governo e que pretende entregar o novo hospital ao final do mandato.
Assista o vídeo: https://www.instagram.com/reel/Db394kLBm7U/?igsh=MTZzZnAwbmxtMXIzNQ==
A proposta é aproveitar uma estrutura abandonada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em uma área estratégica da capital, para transformar o espaço em um hospital moderno, equipado e preparado para atender pacientes e oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais da saúde.
“40 anos de espera são demais. Vamos entregar o novo João Paulo II em quatro anos. O nosso povo não pode mais esperar”, afirmou Costa.
A proposta
O plano prevê articulação com o Governo Federal, incluindo os Ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Saúde, além do aproveitamento de profissionais do próprio Governo de Rondônia nas áreas de engenharia, arquitetura e projetos.
Para Costa, a construção não deve representar apenas a criação de uma nova estrutura física, mas uma mudança no modelo de atendimento.
A proposta inclui um ambiente adequado para médicos, enfermeiros, técnicos e demais profissionais, além de atendimento mais humanizado aos pacientes e familiares.
“Não queremos apenas construir paredes. Queremos construir um hospital que respeite quem trabalha e, principalmente, quem precisa ser atendido”, disse.
“O povo não pode mais esperar”
Costa afirma que pretende começar o planejamento do projeto desde o início de uma eventual gestão, buscando recursos e parcerias para viabilizar a obra.
A estratégia, segundo o candidato, é utilizar estruturas que o Estado já possui, estabelecer cooperação com o Governo Federal e transformar um espaço atualmente abandonado em um equipamento público de saúde.
“Governar é eleger prioridades, ter conhecimento técnico, articulação e capacidade de buscar recursos. Em quatro anos, vamos entregar o novo João Paulo II e começar a mudar a realidade da saúde de Rondônia”, afirmou Samuel Costa.
Bruno Scheidt registrou candidatura ao Senado por Rondônia com o sobrenome Bolsonaro; MPE acusa candidato de má-fé
O Ministério Público Eleitoral (MPE) de Rondônia pediu a impugnação do registro de candidatura do pecuarista Bruno Scheid (PL), candidato do bolsonarismo ao Senado pelo estado, caso ele insista em usar o nome de urna “Bruno Bolsonaro Scheid” sem ter o mesmo sobrenome do ex-presidente. As informições são do Metropoles
Para o MPE, a utilização de nome de urna que não integra o nome civil do candidato, além de comprometer a correta identificação do candidato perante o eleitorado, revela-se “potencialmente geradora desinformação, induzindo o eleitorado a erro”. No caso de Bruno, o uso indevido do sobrenome “Bolsonaro” configura “aparente prática de desinformação e fraude à legislação eleitoral, comprometendo a transparência, a boa-fé e a igualdade de oportunidades entre os futuros candidatos nas Eleições 2026“, no entender da procuradoria.
Bruno, que atuou como arrecadador de campanha para Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022, já havia sido denunciado à Justiça Eleitoral por irregularidade em propaganda eleitoral, pelo uso indevido do sobrenome Bolsonaro em redes sociais e em atos de pré-campanha. Ele chegou a ser multado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia e proibido de usar o sobrenome, decisão que depois foi revista porque o TRE entendeu que não tem tal competência.
O MPE fez nova denúncia no mês passado, mas o pedido de liminar foi novamente rejeitado pelo TRE, que apontou que a utilização de sobrenome em referência a liderança política não configura, por si só, propaganda eleitoral irregular. A irregularidade se configuraria com o registro de nome de urna, o que aconteceu esta semana.
Agora, o MPE diz que Bruno tem se utilizado do nome para “angariar proveito eleitoral ao transmitir, ao eleitorado em geral, que possui vínculos familiares com o ex-presidente Bolsonaro” e que não é conhecido como “Bruno Bolsonaro”, como faz crer.
“Nesse contexto, a tentativa do pré-candidato de se apresentar mediante a utilização do sobrenome Bolsonaro, além de possuir aptidão para induzir o
eleitorado a erro, em afronta à transparência e à boa-fé, revela a pretensão do candidato diante da combatida estratégia de fabricar a notoriedade do apelido no período pré-eleitoral. Cuida-se, em tese, de comportamento caracterizador de fraude à lei eleitoral, na medida em que buscou contornar, por meio de construção artificial de notoriedade política, as regras que disciplinam a identificação do candidato nas urnas”, continua o MPE.
No pedido, a procuradoria diz que a jurisprudência tem sido firme no sentido de que eventual amizade, proximidade política ou relação pessoal com a família do ex-Presidente da República não legitima a apropriação eleitoral do sobrenome” e pede que o reconhecimento da irregularidade de uso do sobrenome Bolsonaro na urna, indeferimento do pedido de registro de candidatura caso o candidato insista na manutenção do referido sobrenome ou deixe de promover a regularização no prazo assinalado pela Justiça Eleitoral.
Quem frequenta as praças de Porto Velho pode já ter reparado em pequenos dispositivos instalados junto aos postes metálicos de iluminação. Discretos, eles fazem parte de uma tecnologia criada para reforçar a segurança de quem utiliza esses espaços públicos, incluindo crianças, adultos e animais.
Mantido pela Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur), o sistema Bloq Amp funciona como uma proteção auxiliar contra choques elétricos. O equipamento monitora o circuito enquanto a iluminação está energizada e, ao identificar uma fuga de corrente, interrompe automaticamente o fornecimento, reduzindo o risco de que a corrente elétrica alcance quem eventualmente entre em contato com uma estrutura energizada.
A Prefeitura já apresentou a tecnologia como um dispositivo do tipo DR (Diferencial Residual), recurso utilizado para identificar alterações na corrente elétrica e interromper o circuito em situações de fuga.
Como funciona?
O funcionamento é automático. Enquanto o sistema de iluminação está ligado e o dispositivo está em operação, o Bloq Amp acompanha continuamente o circuito elétrico.
Se for identificada uma fuga de corrente, o equipamento atua imediatamente e desliga o circuito, interrompendo o fornecimento de energia naquele trecho.
Na prática, o dispositivo funciona como uma camada adicional de proteção. Ele não substitui a manutenção preventiva da rede elétrica nem os cuidados necessários ao utilizar equipamentos e estruturas públicas, mas atua para reduzir riscos em caso de uma anormalidade elétrica.
Onde o sistema está instalado?
Atualmente, a EMDUR mantém o dispositivo em postes metálicos de três praças de Porto Velho:
– Praça dos Taxistas: Rua Antônio Maria Valença com Rua Gilbim, na região dos bairros Flodoaldo Pontes Pinto/4 de Janeiro.
– Praça Maria Rita de Cássia Costa de Mendonça: Entre a Avenida Calama, Rua Silas Shockness e Rua Paulo Macalão, no bairro Flodoaldo Pontes Pinto, em frente à região do IFRO.
– Praça Marise Castiel: No cruzamento da Avenida Imigrantes com a Décima Avenida, no bairro Alphaville, ao lado da Feira do Alphaville.
Tecnologia que já demonstrou sua importância
Na Praça Maria Rita de Cássia Costa de Mendonça, o sistema já entrou em funcionamento preventivo em duas ocasiões. Após a instalação, o Bloq Amp identificou situações de fuga de corrente e realizou automaticamente o desligamento do circuito.
O funcionamento do equipamento nessas ocorrências demonstra justamente a finalidade da tecnologia: identificar uma condição anormal e interromper o fornecimento de energia antes que a situação possa representar risco aos usuários do espaço.
Para quem utiliza as praças, a orientação é simples: diante de qualquer poste, equipamento elétrico ou estrutura que apresente sinais de problema, como fios expostos, danos, faíscas ou outras situações anormais, não toque e mantenha distância. A ocorrência deve ser comunicada aos canais oficiais da Prefeitura para que a equipe responsável possa realizar a avaliação e o atendimento necessários.
A instalação de dispositivos como o Bloq Amp faz parte das ações de prevenção e manutenção da infraestrutura urbana, reforçando que a segurança também está nos detalhes que muitas vezes passam despercebidos.
O prefeito Léo Moraes destacou a importância da instalação nos parques públicos da cidade.
“Esse é um sistema muito importante que protege adultos e crianças. É uma tecnologia silenciosa que age automaticamente diante do risco. Estamos juntos com a Emdur para implantar o sistema em outros pontos da capital, até porque, em espaços públicos, prevenir é também uma forma de cuidar”.
Abriu a rua para fazer obra? Então vai ter que deixar tudo como estava — ou melhor. Uma nova lei em Porto Velho obriga empresas e concessionárias a recuperar corretamente ruas, avenidas e espaços públicos após intervenções.
A regra está prevista na Lei nº 3.410, sancionada pelo prefeito Léo Moraes em 20 de abril de 2026.
A legislação mira principalmente buracos, cortes e valas deixados após serviços realizados por empresas em vias da capital.
Pela nova regra, não basta terminar o serviço e ir embora. A empresa terá responsabilidade pela recuperação do trecho.
Prazo de 10 dias para fechar o buraco
As empresas deverão comunicar a intervenção à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) com pelo menos 72 horas de antecedência.
Em casos emergenciais, o aviso poderá ser feito em até 24 horas após o início do serviço, desde que a situação seja justificada.
Depois que o trabalho terminar, começa a correr outro prazo.
A recomposição do pavimento deverá ser concluída em até 10 dias corridos.
Enquanto o reparo não for finalizado, o local deverá permanecer devidamente sinalizado para evitar acidentes envolvendo motoristas e pedestres.
Empresa continua responsável por um ano
E não termina aí.
Mesmo depois de consertar a via, a empresa continuará responsável pela qualidade do serviço durante 12 meses.
Se aparecerem defeitos nesse período, o reparo deverá ser feito novamente sem custo adicional para o município.
A intenção é evitar aquele velho problema: a rua é aberta, recebe um remendo e, pouco tempo depois, o buraco volta a aparecer.
Multa pode pesar no bolso
Quem descumprir as regras poderá ser multado.
As penalidades começam em 10 UPF (Unidade Padrão Fiscal) e podem aumentar conforme o atraso, a reincidência ou a gravidade da situação.
A fiscalização ficará por conta da Seinfra.
Morador também pode denunciar
A população poderá ajudar a identificar problemas nas ruas.
Quem encontrar uma intervenção sem reparo adequado poderá encaminhar fotos e vídeos, além do endereço e, quando possível, o nome da empresa responsável.
As denúncias podem ser feitas pelo aplicativo PVH+.
Segundo o prefeito Léo Moraes, a ideia é fazer com que quem interfere na infraestrutura da cidade também assuma a responsabilidade pelo resultado.
“Se uma empresa precisa abrir uma rua para executar um serviço, ela também tem a responsabilidade de devolver aquele espaço em boas condições”, afirmou.
A lei busca melhorar a qualidade dos reparos e evitar que obras realizadas por empresas deixem danos permanentes nas ruas e avenidas de Porto Velho.
Antes de se tornar um nome conhecido na política de Rondônia, Sid Orleans construiu sua trajetória profissional na área da saúde, atuando como enfermeiro e ocupando diferentes funções de assistência, coordenação e gestão. Ao longo de quase três décadas de atuação no setor, passou por instituições como a Policlínica Oswaldo Cruz, o Senac e o Instituto de Previdência e Assistência Médica dos Servidores Públicos do Município de Porto Velho (IPAM), antes de chegar ao Legislativo municipal.
Natural de Florânia, no Rio Grande do Norte, Sid chegou ainda criança a Campina Grande, na Paraíba, após a família deixar o sertão potiguar em busca de melhores condições de vida. Formado em Enfermagem pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), mudou-se para Rondônia em 1997, onde iniciou uma trajetória profissional ligada à saúde pública.
Entre as primeiras funções de gestão, Sid atuou como diretor da Policlínica Oswaldo Cruz, coordenou a área de saúde do Senac e exerceu a função de coordenador da assistência médica do IPAM.
Posteriormente, entre 2006 e 2008, comandou a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho, ampliando sua experiência na administração de serviços públicos de saúde.
Entre 2011 e 2016, exerceu dois mandatos como vereador de Porto Velho. Durante o período, foi autor de 36 leis aprovadas pela Câmara Municipal, com propostas voltadas a áreas como saúde, inclusão social, educação e desenvolvimento local.
Após a passagem pelo Legislativo, Sid voltou a ocupar funções diretamente ligadas à gestão da saúde pública. Entre 2017 e 2018, presidiu a Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado de Rondônia (FHEMERON), período em que acompanhou ações relacionadas à hemoterapia e ao abastecimento de sangue no estado. Registros oficiais do Governo de Rondônia confirmam Sid Orleans como presidente da FHEMERON durante esse período.
Entre 2023 e 2026, esteve à frente da Superintendência do Ministério da Saúde em Rondônia, onde acompanhou a execução de políticas públicas, investimentos e ações estratégicas voltadas ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado.
A trajetória reúne diferentes perspectivas dentro da saúde pública, passando pela assistência, coordenação, gestão, atuação legislativa e articulação de políticas públicas.
Com a homologação de sua candidatura a deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT), oficializada durante a convenção partidária realizada em 25 de julho, Sid Orleans inicia uma nova etapa de sua trajetória política. A candidatura reúne a experiência acumulada ao longo de quase três décadas de atuação profissional e pública em Rondônia.